Eu quero tentar, me deixa fazer, me tira daqui.
Mas eu não posso agora, não posso sair, tentarei depois.
Eu não devia ter tentado, muito menos ter saído, eu me odeio.
Eu me odeio por ter tentado, mas me odiaria por não tentar.
O desejo era muito grande, não havia pra onde correr.
Havia, havia sim. Não corri porque não quis.
Mas agora de que adianta? Eu tentei e não tentei. Fugi.
Eu quero de novo. Aguarde de novo. Não faça de novo!!
Já fiz.
E a culpa é toda minha...
J.J.

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